terça-feira, 31 de agosto de 2010
as estrelas estão caindo
The Parlotones - The Stars Fall Down
Trace o meu rosto enquanto ele é um cara feliz
Quando o meu sorriso desbota quero
Lembre-se este dia
Paixão matou pelo conforto do tempo
Me desculpe se isso te faz chorar, mas eu
Tem que falar com a minha mente
Suck as cores dos meus olhos
Quando eles perdem o brilho e
Esqueça a brilhar
Lembre-se todas as vezes que você me recusou
Me desculpe se isso dói o coração, mas
Onde está a chama, desde o início?
Não pare, não pare,
Nada dura para sempre em breve vamos estar sóbrio
Então, vamos rir, conversar, fazer cócegas e sabor
Até que as estrelas caem
As estrelas caem
Abraçar minha reflexão para um pouco
Porque, se eu sou o amor Eu tenho que tentar me amar
Cuddle com um cadáver frio como frame
Me desculpe se a minha visão do matrimônio
Parece obscuro, onde está o combustível?
Não pare, não pare,
Nada dura para sempre em breve estaremos
Sóbrio, iluminado pelo sangue vermelho suspiro
Vamos lamentar bastante sobre este evento starlight
Dance, dance, dance nua sob a luz das estrelas
Há algo sobre esse brilho
Que flui apenas para a direita
Vamos fazer hoje a noite passada esquecer o passado
Então, vamos rir, conversar, fazer cócegas e sabor
Até a queda star baixo
As estrelas caem
Não pare, não pare,
Nada dura para sempre em breve estaremos
Sóbrio, iluminado pelo sangue vermelho suspiro
fantasiar Vamos antes que o mundo real vem
Falhando e colidindo como temperamento irritado relâmpago
Borbulhando o tempo do amor adolescente em breve será até
Não pare, não pare,
Nada dura para sempre em breve vamos estar sóbrio
Trace o meu rosto enquanto ele é um cara feliz
Quando o meu sorriso desvanece-se e eu estou velho e cinza
Tudo que eu tenho são estes momentos para rever

Conselhos, pensamentos...
Talvez estejam certos.
Talvez eu precise de alguem concreto. Alguem que cuide do que não posso cuidar, de mim mesma.
Faz muito tempo eu tentei, mas não foi mútuo, nunca é.
Alguem que se importe de verdade comigo, e tire da minha cabeça meus medos e inseguranças.
Que me ligue para dizer boa noite, ou adimirar como o céu esta bonito, e esta assim por você.
Alguem que preencha essa parte fria e frágil que me machuca tanto.
Eu nunca pensei realmente na vida em si, mas sim na morte. Isso é estanho.
Mas quem? Há alguem. Porem, não é mútuo por sua parte, nunca é.
Intensidade, desejo e plenitude.
É dificil, é complicado, é subjetivo, talvez impossivel para uma garota como eu.
Talvez eu me perca, e assim ninguem conseguirá me encontrar, estou me perdendo.
Fumaça, saliva, carinho.
"eu queria tanto que alguem. me amasse por alguma coisa. que escrevi " CFA
forget it, i'm better alone, i'm strong.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Colour my life with the chaos of trouble.

Alienação. Talvez minha palavra favorita... ou uma delas.
Tal palavra se aplica a falta de identidade. Mas todos temos uma identidade, certo?
Certo! Porem, parece que tudo conspira para que todas as identidades (pessoas) se igualem, sigam um padrão, consumam mais, aceitem mais. E tudo isso gira em torno de um mundo capitalista e egoísta. É, isso machuca algumas pessoas, como a mim.
Uma vez quando eu estava no aeroporto de SP voltando da Bolívia, meu pai me deu algum dinheiro pra que eu pudesse comer, ou comprar algo no freeshop.
Enfim, confesso que uma parte de mim queria comprar algo, apesar de nao saber o que, este foi meu momento de alienação. O que fazer com aquele dinheiro? Comer? de maneira alguma, tenho uma doença e a respeito.
Sai do aeroporto sem que meu pai me visse para poder fumar, entre os taxis que esperavam os passageiros. Vi um menino, tentei decifra-lo. Ele estava sentado no chão, roupas rasgadas, sozinho, sujo, porem uma criança, não deixava de ser indefesa, deveria ter uns 9 anos, mas se podia ver em seus olhos esverdiados o quanto ele ja havia visto e aprendido nesse mundo.
Este menino cujo qual nem o nome sabia, me tirou de um momento de alienação.
Fui até ele, perguntei se estava com fome, e se estava sozinho...
A resposta era óbvia e ambas as mesmas.
Eu disse a ele que ficasse ali, pois compraria algo pra ele comer, e insisti que ficasse ali.
Fui a um fast-food, comprei um lanche médio, batatas fritas, coca-cola, e um doce.
Enquanto esperava que o pedido ficasse pronto, dentro de mim emergia algo inexplicavel, aquilo era felicidade, um sentimento que só vem me visitar as vezes.
Enfim, fui levar até ele o tão esperado "banquete" que imagino que ele pensaria em tal hipotese. Quando cheguei la, ele havia chamado 2 amigos para dividir a comida, crianças menores que ele, suspeito que fossem seus irmãos.
Dei a eles, conversei com eles. Disse que tudo ficaria bem, e deixei uma lagrima cair quando virei as costas para entrar de volta ao aeroporto.
Ao mesmo tempo que vejo tanta beleza, vejo um mundo triste, cinza e sem vida.
gostaria de quem lesse isto, pensasse nas coisas que fazemos, nas pessoas que julgamos. Cada um esta travando uma dificil batalha com a vida.
As coisas poderiam ser melhores se não quizessemos ser tão bons.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Hazy days, you know...
Dias difíceis. Eu acordo no meio da noite e não tenho pra onde ir, pra onde fugir, se não a minha mente confusa e arriscada, é o unico lugar que posso me refugiar. Porem tenho medo, tenho medo de mim mesma e do que posso fazer.
Remédios, ao acordar, depois de almoçar, antes de dormir.
Alucinações, espasmos durante o sono, cigarros intermináveis.
Quero voltar a realidade, "somebody help me" .
não, não quero ajuda. Sou uma contradição e foge da minha mão fazer com que tudo que eu digo faça algum sentido..
Sinto falta de pessoas...
Sinto falta da minha privacidade...
Tenho medo de perder tudo. Tenho medo de ser trancafiada em um Hospital Psiquiatrico, mesmo talvez querendo estar lá.
Gosto de acordar e ver como o sol ainda brilha com intensidade, mesmo nesses dias dificeis..
Do vento que bagunça meu cabelo sobre meu rosto... gosto tbm de respirar esse vento, De onde será que ele esta vindo? Não sei, mas agora esta dentro de mim, e o devolvo assim.
"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim."
... tenho de voltar.
domingo, 15 de agosto de 2010
i don't care if hurts, i wanna have control..


não consegui dormir, não havia ninguém, não havia nada que eu pudesse fazer.
Deitei no chão do banheiro, meu cachorro me acompanhou.
Lâmina, dor, sangue, desmaio.
Acordei, havia sangue no chão, havia sangue em tudo.
Fui ao quarto da minha mãe.
"Mãe, esta frio. Mãe não consegui dormir. Mãe esta doendo, esta doendo."
Ela ligou a luz e viu. Viu sua filha e sua tentativa frustrada de morte.
"Filha o que vc fez? o que vc fez?"
Desmaio, não meu, dela.
Lágrimas. Confusão.
Hospital.
Meus pulsos estão enfaixados, mas ainda pode se ver os cortes abertos, o sangue, sinto cheiro de ferrugem.
Pq? eles me perguntam o pq?
Não, eu não sei o pq.
sábado, 14 de agosto de 2010
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
And I will follow you into the dark...

Um dia acontecerá, acontecerá da maneira que for, estarei livre e exilada dessa dor que me consome, alias, de onde ela vem? e porque? É como se fossemos escolhidos para senti-la. E eu não espero que ninguem me salve, não espero que ninguem chore. Deixarei que ela me leve assim como levou a tantos outros, apenas serei mais uma a ser levada. A morte é fácil, tranquila. Difícil é viver.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
sonho sem saber que estou sonhando...
Chorar por tudo que se perdeu, por tudo que apenas ameaçou e não chegou a ser, pelo que perdi de mim, pelo ontem morto, pelo hoje sujo, pelo amanhã que não existe, pelo muito que amei e não me amaram, pelo que tentei ser correto e não foram comigo. Meu coração sangra com uma dor que não consigo comunicar a ninguém, recuso todos os toques e ignoro todas tentativas de aproximação. Tenho vergonha de gritar que esta dor é só minha, de pedir que me deixem em paz e só com ela, como um cão com seu osso.
A única magia que existe é estarmos vivos e não entendermos nada disso. A única magia que existe é a nossa incompreensão."
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
marcar, apagar, substituir.

A renúncia é a libertação. Assim disse Fernando Pessoa...
Talvez esta renuncia que vos fala seja direcionada ao apego e ao desapego.
Apegar-se a si próprio, ou deixar que os dias e o vento o levem...
Para apagar marcas, é preciso desapegar-se.
E para cultivar o desapego é preciso o primeiro passo, a primeira reza e o último beijo...
É preciso fechar os olhos e parar de sentir com o coração.
Então pense! Para que renunciar a algo de que lhe é necessário?
Amar, sorrir, sentir....
Isso meu caro leitor não pode ser renunciado, pois caso o seja, estarás morto ou em estado de petrificação.
Enfim, eu serei sempre apegada pelo que vale a pena e desapegada pelo que não quer valer...
vesper.
PS: tio desculpe os erros ortográficos. Te Amo.
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