
Foram inúmeras as vezes em que me perguntei, se eu não posso sentir, se não posso me mexer, se não posso pensar e se não consigo me importar, então qual era o sentido concebível de continuar vivendo. Era espantosa a morbidez da minha cabeça. A Morte e seus semelhantes eram companheiros constantes.

Nenhum comentário:
Postar um comentário